No final dos trabalhos, toda a equipa que produziu e realizou o IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil de Pombal reuniu-se em cima do palco para se despedir e, esencialmente, para se fazer ao caminho do próximo encontro, com a promessa de novos desafios, novos escritores, novos livros e novas leituras.
11/05/11
A festa da despedida
No final dos trabalhos, toda a equipa que produziu e realizou o IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil de Pombal reuniu-se em cima do palco para se despedir e, esencialmente, para se fazer ao caminho do próximo encontro, com a promessa de novos desafios, novos escritores, novos livros e novas leituras.
Capuchinho Blues
Os Peixes Gémeos (Paulo Condessa e Afonso Azevedo) mostraram a sua versão edipiana semi-contada, semi-cantada da história do Capuchinho Vermelho, revelando todos os seus dotes musicais. Assim se viu como todas as histórias podem ser recontadas, pois quem conta um conto, acrescenta sempre um ponto...
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E o caminho continuou
Com as malas à espera dos novos passageiros neste caminhos de leitura, com muitas histórias e imaginação
Escritores à conversa com Luísa Ducla Soares e António Torrado que revelaram as suas aventuras no mundo da literatura para os mais novos, num hino à amizade que une os dois escritores portugueses.
Tempo ainda para António Torrado, no final da sessão, para autografar os seus livros.
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Luísa Ducla Soares
10/05/11
Orquestra de Palavras


Da esquerda para a direita: Maria Teresa Meireles, Maria Carlos Loureiro,
Leonor Riscado, Luísa Ducla Soares, António Torrado
e Rui Marques Veloso.





numa grande festa e partilha de alegria.
Imagens de marca
As malas marcaram forte presença nesta edição, assim como o banco da estação de comboios.
Os sacos dos participantes já são uma constante.
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O princípio da viagem...

e de como enveredaram por estes caminhos de contar para ler.


soltaram palavras à desgarrada.


com a trupe de Manuel Sevillano e os Piratas de Alexandria,
narrando a saga de Merlin e dos seus amores.
09/05/11
Cerimónia de Abertura


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Planeta Tangerina
Oficina Caminhante com Javier Sáez Castán





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05/05/11
Convidado XV - IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil
Peixes Gémeos

A famosa banda iu tu tu (também conhecida por U2.2 ), um upgrade dos originais mas mais fraquinhos U2, decidiu terminar a sua brilhante carreira ao fim de 2.2 concertos, uma vez que já não havia nada a melhorar. Os seus dotados elementos (Paulo Condessa & Afonso Azevedo) decidiram mudar de dimensão e renascer sob a incomparável forma de: OS PEIXES GÉMEOS: que se assumem como a fantástica encarnação do conceito Blues-Rock-Pop & Histórias da Carochinha. No dia 29 de Julho de 2009 deram (na Lisbon Ad School) a parte 0.2 do concerto que corresponde à ex-vida dos iu tu tu (1.0 em Alcobaça Biblioteca e 2.0 em Lisboa - Jardim da Estrela), mas toda a restante performance foi já da irresponsabilidade dos famosos PEIXES GÉMEOS. Um desafio interessante, tendo em consideração que a banda tinha apenas um tema no seu reportório (Capuchinho Blues) (versão edipiana). Após esse épico concerto, OS PEIXES GÉMEOS iniciaram um inovador percurso de investigação supranacional, separando-se eficazmente, enviando um dos elementos para a Eslovénia ou Eslováquia ou assim, durante um ano, tipo a ver o que é que acontece. O que aconteceu foi que decidiram ampliar o seu glamoroso repertório estando já a preparar o Fado Metal dos Três Porquinhos, sempre explorando a via psicanalítica e tal.

A famosa banda iu tu tu (também conhecida por U2.2 ), um upgrade dos originais mas mais fraquinhos U2, decidiu terminar a sua brilhante carreira ao fim de 2.2 concertos, uma vez que já não havia nada a melhorar. Os seus dotados elementos (Paulo Condessa & Afonso Azevedo) decidiram mudar de dimensão e renascer sob a incomparável forma de: OS PEIXES GÉMEOS: que se assumem como a fantástica encarnação do conceito Blues-Rock-Pop & Histórias da Carochinha. No dia 29 de Julho de 2009 deram (na Lisbon Ad School) a parte 0.2 do concerto que corresponde à ex-vida dos iu tu tu (1.0 em Alcobaça Biblioteca e 2.0 em Lisboa - Jardim da Estrela), mas toda a restante performance foi já da irresponsabilidade dos famosos PEIXES GÉMEOS. Um desafio interessante, tendo em consideração que a banda tinha apenas um tema no seu reportório (Capuchinho Blues) (versão edipiana). Após esse épico concerto, OS PEIXES GÉMEOS iniciaram um inovador percurso de investigação supranacional, separando-se eficazmente, enviando um dos elementos para a Eslovénia ou Eslováquia ou assim, durante um ano, tipo a ver o que é que acontece. O que aconteceu foi que decidiram ampliar o seu glamoroso repertório estando já a preparar o Fado Metal dos Três Porquinhos, sempre explorando a via psicanalítica e tal.
Convidado XIV - IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil
Thomas Bakk

Thomas Bakk, escritor e contador de histórias, tem obras publicadas e peças encenadas em Portugal e no Brasil. Foi guionista da Rede Globo e actualmente orienta Acções de Formação nas áreas da Criatividade, Dramaturgia, Teatro, Narração Oral e Comunicação, dedicando-se também à narração oral de contos da sua autoria e tradicionais, um trabalho desenvolvido em Congressos, Bibliotecas, Livrarias, Escolas, Faculdades, Espaços Culturais, e Encontros de Narradores, tais como: “PALAVRAS ANDARILHAS” (Beja); “CONTOS DOUTRORA” (Montemor-o-Novo); “CONTOS DA LUA CHEIA E ENCONTRO INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL” (Évora); “PALAVRAS MÁGICAS” (Lagos); “MARÉ DE CONTOS” (Tavira); “ONDA DOS CONTOS” (Oeiras); “QUINTA DOS CONTOS” (Coimbra); “FESTIVAL IMAGINARIUS” (Santa Maria da Feira); “CONTEMFESTA” (Porto); “JORNADAS DOS CONTOS” (Braga); “TÁ-SE A LER” (Alto Minho); “FUNDAÇÃO GULBENKIAN” (Lisboa); BIBLIOTECAS (Beja, Montemor-o-Novo, Évora, Redondo, Avis, Lagos, Tavira, Oeiras, Pombal, Seia, Constância, Alcobaça, Oliveira de Azeméis, Vila Nova de Gaia, Perosinho, Matosinhos, S. Mamede de Infesta, Paços de Ferreira, Famalicão, Vila Nova de Cerveira, Monção, Salamanca, entre outras).

Thomas Bakk, escritor e contador de histórias, tem obras publicadas e peças encenadas em Portugal e no Brasil. Foi guionista da Rede Globo e actualmente orienta Acções de Formação nas áreas da Criatividade, Dramaturgia, Teatro, Narração Oral e Comunicação, dedicando-se também à narração oral de contos da sua autoria e tradicionais, um trabalho desenvolvido em Congressos, Bibliotecas, Livrarias, Escolas, Faculdades, Espaços Culturais, e Encontros de Narradores, tais como: “PALAVRAS ANDARILHAS” (Beja); “CONTOS DOUTRORA” (Montemor-o-Novo); “CONTOS DA LUA CHEIA E ENCONTRO INTERNACIONAL DE NARRAÇÃO ORAL” (Évora); “PALAVRAS MÁGICAS” (Lagos); “MARÉ DE CONTOS” (Tavira); “ONDA DOS CONTOS” (Oeiras); “QUINTA DOS CONTOS” (Coimbra); “FESTIVAL IMAGINARIUS” (Santa Maria da Feira); “CONTEMFESTA” (Porto); “JORNADAS DOS CONTOS” (Braga); “TÁ-SE A LER” (Alto Minho); “FUNDAÇÃO GULBENKIAN” (Lisboa); BIBLIOTECAS (Beja, Montemor-o-Novo, Évora, Redondo, Avis, Lagos, Tavira, Oeiras, Pombal, Seia, Constância, Alcobaça, Oliveira de Azeméis, Vila Nova de Gaia, Perosinho, Matosinhos, S. Mamede de Infesta, Paços de Ferreira, Famalicão, Vila Nova de Cerveira, Monção, Salamanca, entre outras).
Convidado XIII - IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil
Rodolfo Castro

Soy argentino de Buenos Aires. De familia trabajadora. Mi padre zapatero y mi madre maestra de escuela. Me formé como constructor y luego como maestro de escuela. Migré a México en 1998. Durante años visité cientos de escuelas a las que llegaba a leerle a los niños y jóvenes sala por sala. Poco a poco fuí mejorando mi estilo y profundizando en la investigación sobre la lectura y la narración oral. Con el tiempo diseñé diferentes propuestas de trabajo de tipo artístico y de capacitación que ingresaran al tema de la literatura desde un punto de vista personal, evitando reproducir argumentos y propuestas ya establecidas. Me preocupa poder encontrar nuevas preguntas a viejos temas. Desde el año 2003 comencé a publicar el resultado de mi trabajo en forma de ensayos y poco después también se abrió la puerta hacia la ficción. He publicado cuento infantil, novela para jóvenes, ensayo y teatro. Hoy me dedico de tiempo completo a escribir, contar cuentos y brindar capacitación en el área de la lectura y la narración oral.
Meu pensamento:
La lectura trasciende los libros. Todos somos lectores y algunos leemos libros.
Leer es más una actitud ante el mundo que una aptitud ante los signos del lenguaje escrito.
Creo en la lectura, en la narración oral y en el arte en general, como lugares de búsqueda y de resistencia a los modelos discriminatorios y humillantes que imponen la cultura dominante y los falsos artistas que hacen que su arte sea una pose elitista.
No me interesa la objetividad ni tener la razón. Prefiero tener una opinión y que la verdad llegue por canales colectivos.

Soy argentino de Buenos Aires. De familia trabajadora. Mi padre zapatero y mi madre maestra de escuela. Me formé como constructor y luego como maestro de escuela. Migré a México en 1998. Durante años visité cientos de escuelas a las que llegaba a leerle a los niños y jóvenes sala por sala. Poco a poco fuí mejorando mi estilo y profundizando en la investigación sobre la lectura y la narración oral. Con el tiempo diseñé diferentes propuestas de trabajo de tipo artístico y de capacitación que ingresaran al tema de la literatura desde un punto de vista personal, evitando reproducir argumentos y propuestas ya establecidas. Me preocupa poder encontrar nuevas preguntas a viejos temas. Desde el año 2003 comencé a publicar el resultado de mi trabajo en forma de ensayos y poco después también se abrió la puerta hacia la ficción. He publicado cuento infantil, novela para jóvenes, ensayo y teatro. Hoy me dedico de tiempo completo a escribir, contar cuentos y brindar capacitación en el área de la lectura y la narración oral.
Meu pensamento:
La lectura trasciende los libros. Todos somos lectores y algunos leemos libros.
Leer es más una actitud ante el mundo que una aptitud ante los signos del lenguaje escrito.
Creo en la lectura, en la narración oral y en el arte en general, como lugares de búsqueda y de resistencia a los modelos discriminatorios y humillantes que imponen la cultura dominante y los falsos artistas que hacen que su arte sea una pose elitista.
No me interesa la objetividad ni tener la razón. Prefiero tener una opinión y que la verdad llegue por canales colectivos.
Convidado XII - IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil
Paulo Condessa

A minha vida são pessoas, sensações.
A escrita e a leitura são escafandros, mergulho em nós: eu & os outros.
Exploro cada vez menos significados, cada vez mais sentidos.
Invento espectáculos e oficinas, recheados com sinestesias deliciosamente literais.
Escrevo como quem desenha um mapa, leio como quem desmonta um brinquedo.
E aproximo-me do tesouro: nós!, sempre nós. A nossa alma de meninos,
a nossa madura capacidade de mudar o Passado e desembrulhar o Presente.
Não comecei por aqui: tive a cabeça e o coração num sítio diferente. Esperneei em
Ciências da Comunicação; Marketing; Publicidade; vida intensa vivida ao segundo.
Mas andava um pouco por fora e vi-me obrigado a descobrir cá dentro aquilo que sou quando me dou inteiro ao mundo. Misturo tudo no mesmo bolo; arte, ciência, filosofia, terapia, religião, economia, acreditando que um dia não haverá seres humanos separados, fatia por fatia.
Dia a dia, sigo o rasto da fada transparente que abria a boca fininha e dizia
Soprando pelo buraco da fechadura:
"a poesia nasce na raíz da vida e desagua
nas folhas da literatura".

A minha vida são pessoas, sensações.
A escrita e a leitura são escafandros, mergulho em nós: eu & os outros.
Exploro cada vez menos significados, cada vez mais sentidos.
Invento espectáculos e oficinas, recheados com sinestesias deliciosamente literais.
Escrevo como quem desenha um mapa, leio como quem desmonta um brinquedo.
E aproximo-me do tesouro: nós!, sempre nós. A nossa alma de meninos,
a nossa madura capacidade de mudar o Passado e desembrulhar o Presente.
Não comecei por aqui: tive a cabeça e o coração num sítio diferente. Esperneei em
Ciências da Comunicação; Marketing; Publicidade; vida intensa vivida ao segundo.
Mas andava um pouco por fora e vi-me obrigado a descobrir cá dentro aquilo que sou quando me dou inteiro ao mundo. Misturo tudo no mesmo bolo; arte, ciência, filosofia, terapia, religião, economia, acreditando que um dia não haverá seres humanos separados, fatia por fatia.
Dia a dia, sigo o rasto da fada transparente que abria a boca fininha e dizia
Soprando pelo buraco da fechadura:
"a poesia nasce na raíz da vida e desagua
nas folhas da literatura".
Convidado XI - IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil
José Fanha

Nasceu em 1951 em Lisboa. Arquitecto, professor e formador de professores. Mestrado com tese sobre “Comunidades de Leitores”. Prepara tese de doutoramento sobre “Estratégias editoriais no Estado Novo entre 1958 de 1974”. Ficou particularmente conhecido pela sua participação no concurso da RTP “A visita da Cornélia” em 1977. Poeta e autor de histórias e poesia para a infância e juventude. Guionista de cinema e televisão. Dramaturgo, autor de textos para rádio e centenas de letras de canções. Declamador desde 69 quando começou a acompanhar o Zeca Afonso, o Adriano e os outros, em convívios, cantos livres e sessões um pouco por todo o país. Publica o seu primeiro livro em 1970, “Cantigas da Dúvida e do Perguntar”. Desde aí publicou uma dezena de recolhas de poesia. Organizou e publicou ainda 12 antologias temáticas de poesia portuguesa, várias delas em conjunto com José Jorge Letria. Percorre escolas e bibliotecas divulgando poesia, orientando oficinas de escrita e comunidades de leitores. Gosta de se dizer divulgador de poesia, traficante de palavras claras, contrabandista de sonhos, habitante da solidariedade e da utopia, cidadão de corpo inteiro desde sempre e enquanto durar.

Nasceu em 1951 em Lisboa. Arquitecto, professor e formador de professores. Mestrado com tese sobre “Comunidades de Leitores”. Prepara tese de doutoramento sobre “Estratégias editoriais no Estado Novo entre 1958 de 1974”. Ficou particularmente conhecido pela sua participação no concurso da RTP “A visita da Cornélia” em 1977. Poeta e autor de histórias e poesia para a infância e juventude. Guionista de cinema e televisão. Dramaturgo, autor de textos para rádio e centenas de letras de canções. Declamador desde 69 quando começou a acompanhar o Zeca Afonso, o Adriano e os outros, em convívios, cantos livres e sessões um pouco por todo o país. Publica o seu primeiro livro em 1970, “Cantigas da Dúvida e do Perguntar”. Desde aí publicou uma dezena de recolhas de poesia. Organizou e publicou ainda 12 antologias temáticas de poesia portuguesa, várias delas em conjunto com José Jorge Letria. Percorre escolas e bibliotecas divulgando poesia, orientando oficinas de escrita e comunidades de leitores. Gosta de se dizer divulgador de poesia, traficante de palavras claras, contrabandista de sonhos, habitante da solidariedade e da utopia, cidadão de corpo inteiro desde sempre e enquanto durar.
Convidado X - IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil
Luísa Ducla Soares

Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa a 20 de Julho de 1939. É licenciada em Filologia Germânica. Iniciou a sua actividade profissional como tradutora, consultora literária e jornalista, tendo sido directora da revista de divulgação cultural Vida (1971-72). Colaboradora de diversos jornais e revistas, estreou-se com um livro de poemas, Contrato , em 1970. Foi Adjunta do Gabinete do Ministro da Educação (1976-78). Trabalha desde 1979 na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua actividade realizando uma bibliografia da literatura para crianças em Portugal. Foi assessora principal desta instituição e responsável pela Área de Informação Bibliográfica. Aí organizou, no centenário de Andersen, uma exposição, acompanhada de catálogo, sobre Andersen em Portugal e diversas exposições. Dedicada especialmente à literatura para crianças e jovens , em prosa bem como em poesia, publicou 100 obras neste domínio. Escreveu guiões televisivos sobre língua portuguesa para os mais jovens. É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Realizou todos os sites de Internet da Presidência da República para crianças e jovens no mandato do Presidente Jorge Sampaio. Tem elaborado para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e para o Ministério da Educação diversas publicações selectivas da literatura infantil nacional e internacional. Dedica-se à escrita de poemas para canções, tendo sido editados vários CDs com letras de sua autoria musicadas por Suzana Ralha e outros compositores. Junto de escolas e bibliotecas, desenvolve regularmente acções de incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos. Recusou, por motivos políticos, o Grande Prémio de Literatura Infantil com que o SNI pretendeu distinguir o seu livro História da Papoila em 1973. Recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio 1984-5 por 6 Histórias de Encantar e foi galardoada com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra em 1996. Foi atribuído o seu nome a uma escola do 1ª ciclo da cidade de Lisboa e a um jardim escola, em Miraflores, Oeiras, bem como a cinco bibliotecas escolares, no Carregado, em Sta. Iria da Azóia, em Arruda dos Vinhos, em Massamá e Mem Martins. Em 2004 foi escolhida pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata ao Prémio Hans Christian Andersen. Em 2009 a Sociedade Portuguesa de Autores distinguiu-a com a sua Medalha de Honra. Em 2010 proposta pela DGLB como candidata de Portugal ao Prémio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil.
Luísa Ducla Soares nasceu em Lisboa a 20 de Julho de 1939. É licenciada em Filologia Germânica. Iniciou a sua actividade profissional como tradutora, consultora literária e jornalista, tendo sido directora da revista de divulgação cultural Vida (1971-72). Colaboradora de diversos jornais e revistas, estreou-se com um livro de poemas, Contrato , em 1970. Foi Adjunta do Gabinete do Ministro da Educação (1976-78). Trabalha desde 1979 na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua actividade realizando uma bibliografia da literatura para crianças em Portugal. Foi assessora principal desta instituição e responsável pela Área de Informação Bibliográfica. Aí organizou, no centenário de Andersen, uma exposição, acompanhada de catálogo, sobre Andersen em Portugal e diversas exposições. Dedicada especialmente à literatura para crianças e jovens , em prosa bem como em poesia, publicou 100 obras neste domínio. Escreveu guiões televisivos sobre língua portuguesa para os mais jovens. É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Realizou todos os sites de Internet da Presidência da República para crianças e jovens no mandato do Presidente Jorge Sampaio. Tem elaborado para o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e para o Ministério da Educação diversas publicações selectivas da literatura infantil nacional e internacional. Dedica-se à escrita de poemas para canções, tendo sido editados vários CDs com letras de sua autoria musicadas por Suzana Ralha e outros compositores. Junto de escolas e bibliotecas, desenvolve regularmente acções de incentivo à leitura. Participa frequentemente em colóquios e encontros, apresentando conferências e comunicações sobre problemática relacionada com os jovens e a leitura e sobre literatura para os mais novos. Recusou, por motivos políticos, o Grande Prémio de Literatura Infantil com que o SNI pretendeu distinguir o seu livro História da Papoila em 1973. Recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio 1984-5 por 6 Histórias de Encantar e foi galardoada com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra em 1996. Foi atribuído o seu nome a uma escola do 1ª ciclo da cidade de Lisboa e a um jardim escola, em Miraflores, Oeiras, bem como a cinco bibliotecas escolares, no Carregado, em Sta. Iria da Azóia, em Arruda dos Vinhos, em Massamá e Mem Martins. Em 2004 foi escolhida pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata ao Prémio Hans Christian Andersen. Em 2009 a Sociedade Portuguesa de Autores distinguiu-a com a sua Medalha de Honra. Em 2010 proposta pela DGLB como candidata de Portugal ao Prémio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil.
Convidado IX - IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil
Arte Pública

Uma equipa sediada em Beja, promotora de múltiplas colaborações criativas, fortemente vocacionada para a dramaturgia, a criação e a experimentação nas artes do espectáculo, que se empenha na intervenção da linguagem musical na construção dramática - teatro musical, teatro operático, songs-performance - na experimentação no cruzamento e multidisciplinaridade das linguagens cénicas; na divulgação de autores de língua portuguesa: dramaturgos, poetas e ficcionistas; na divulgação de grandes textos da literatura mundial; na criação de dinâmicas urbanas que promovam a fruição cultural.
Últimas produções:
SUICIDO-ME NAS PALAVRAS, obra poética de Ruy Belo
FÁBULAS FABULOSAS, de Millôr Fernandes
NO AVESSO DA PELE, obra poética de Eugénio de Andrade
A QUEM DE MÃOS VAZIAS, José Manhita, Rafael Del Rio e Catarina Julião
ADORÁVEL CRIATURA, de Thomas Bernhard e Vicente Sanches

Uma equipa sediada em Beja, promotora de múltiplas colaborações criativas, fortemente vocacionada para a dramaturgia, a criação e a experimentação nas artes do espectáculo, que se empenha na intervenção da linguagem musical na construção dramática - teatro musical, teatro operático, songs-performance - na experimentação no cruzamento e multidisciplinaridade das linguagens cénicas; na divulgação de autores de língua portuguesa: dramaturgos, poetas e ficcionistas; na divulgação de grandes textos da literatura mundial; na criação de dinâmicas urbanas que promovam a fruição cultural.
Últimas produções:
SUICIDO-ME NAS PALAVRAS, obra poética de Ruy Belo
FÁBULAS FABULOSAS, de Millôr Fernandes
NO AVESSO DA PELE, obra poética de Eugénio de Andrade
A QUEM DE MÃOS VAZIAS, José Manhita, Rafael Del Rio e Catarina Julião
ADORÁVEL CRIATURA, de Thomas Bernhard e Vicente Sanches
Tocha da Harmonia esteve na feira

A Tocha da Harmonia, da World Harmony Run, passou esta manhã pela cidade de Pombal e marcou presença na Feira do Livro de Pombal.
Durante o trajecto a tocha foi acompanhada pelo Presidente e Vereadores da Autarquia de Pombal, atletas, alunos e pessoas que se associaram a este evento. Após a passagem pelo recinto da Feira do Livro de Pombal, a Tocha da Harmonia seguiu para Leiria.
A World Harmony Run é um evento humanitário de cariz desportivo e mundial que procura promover a amizade e a compreensão internacionais. Hoje percorre todos os continentes, passando por mais de 140 nações ao redor do globo.
Mais informação sobre a Tocha da Harmonia aqui
04/05/11
Convidado VIII - Encontro Literatura Infanto-Juvenil
Maria Teresa Meireles

Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, fez Mestrado em Literatura Medieval Comparada e Doutoramento em Literatura Oral e Tradicional.
Participa regularmente em Congressos e Colóquios, dinamiza workshops e Formação sobre Conto Popular, Imaginário Tradicional, Poesia Tradicional e Rimas Infantis, Leitura e Escrita Criativa, Escrita de Diários.
É Directora da colecção «Redes e Enredos» (Editora Apenas) e autora de várias obras, entre elas: Elementos e Entes Sobrenaturais nos Contos e Lendas; B.I. da Serpente; B.I. dos Sapos e Rãs; B.I. de Ratos, Ratinhos, Ratões e Ratazanas; Quem isto ouvir e contar em pedra se há-de tornar; A Troca: Perdas e Permutas nos Contos Tradicionais; Gigantes, Olharapos e outras Desmesuras; Fadas, Mouras, Bruxas e Feiticeiras; A Palavra e seus Ecos; A Partilha da Palavra nos Contos Tradicionais; Os Dez Mandamentos do Conto (co-autoria), do jogo de cartas A Arca dos Contos (já na 2ªed.), A Correr Mundo – as Cartas de 2008, Ano Europeu do Diálogo Intercultural e do programa para escrita criativa em formato digital/DVD: O Imaginário das Histórias – uma viagem pelo Universo dos Contos .

Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, fez Mestrado em Literatura Medieval Comparada e Doutoramento em Literatura Oral e Tradicional.
Participa regularmente em Congressos e Colóquios, dinamiza workshops e Formação sobre Conto Popular, Imaginário Tradicional, Poesia Tradicional e Rimas Infantis, Leitura e Escrita Criativa, Escrita de Diários.
É Directora da colecção «Redes e Enredos» (Editora Apenas) e autora de várias obras, entre elas: Elementos e Entes Sobrenaturais nos Contos e Lendas; B.I. da Serpente; B.I. dos Sapos e Rãs; B.I. de Ratos, Ratinhos, Ratões e Ratazanas; Quem isto ouvir e contar em pedra se há-de tornar; A Troca: Perdas e Permutas nos Contos Tradicionais; Gigantes, Olharapos e outras Desmesuras; Fadas, Mouras, Bruxas e Feiticeiras; A Palavra e seus Ecos; A Partilha da Palavra nos Contos Tradicionais; Os Dez Mandamentos do Conto (co-autoria), do jogo de cartas A Arca dos Contos (já na 2ªed.), A Correr Mundo – as Cartas de 2008, Ano Europeu do Diálogo Intercultural e do programa para escrita criativa em formato digital/DVD: O Imaginário das Histórias – uma viagem pelo Universo dos Contos .
Convidado VII - Encontro Literatura Infanto-Juvenil
António Torrado

António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Dedicou-se à escrita desde muito novo, tendo começado a publicar aos 18 anos. A sua actividade profissional foi é diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. Tem trabalhado em parceria com Maria Alberta Menéres em diversos livros e programas de televisão. Actualmente, é Coordenador do Curso Anual de Expressão Poética e Narrativa no Centro de Arte Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa. Sendo consensualmente considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa, possui uma obra bastante extensa e diversificada, que integra textos de raiz popular e tradicional, mas também poesia e sobretudo contos. Reconhece a importância fundamental da literatura infantil enquanto veículo de mensagens, elegendo como valores a promover a liberdade de expressão e o respeito pela diferença. António Torrado utiliza com frequência o humor em algumas das suas histórias. Por outro lado, em alguns textos de carácter alegórico ou de ambiente oriental, é o registo poético que predomina. De resto, os valores poéticos assumem para o autor uma posição central em qualquer projecto educativo. Recentemente, começou também a trabalhar novelas e romances para a infância e juventude, mas a vertente mais marcada da sua actividade nos últimos tempos é, sem dúvida, o teatro.

António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Dedicou-se à escrita desde muito novo, tendo começado a publicar aos 18 anos. A sua actividade profissional foi é diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. Tem trabalhado em parceria com Maria Alberta Menéres em diversos livros e programas de televisão. Actualmente, é Coordenador do Curso Anual de Expressão Poética e Narrativa no Centro de Arte Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa. Sendo consensualmente considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa, possui uma obra bastante extensa e diversificada, que integra textos de raiz popular e tradicional, mas também poesia e sobretudo contos. Reconhece a importância fundamental da literatura infantil enquanto veículo de mensagens, elegendo como valores a promover a liberdade de expressão e o respeito pela diferença. António Torrado utiliza com frequência o humor em algumas das suas histórias. Por outro lado, em alguns textos de carácter alegórico ou de ambiente oriental, é o registo poético que predomina. De resto, os valores poéticos assumem para o autor uma posição central em qualquer projecto educativo. Recentemente, começou também a trabalhar novelas e romances para a infância e juventude, mas a vertente mais marcada da sua actividade nos últimos tempos é, sem dúvida, o teatro.
Convidado VI - Encontro Literatura Infanto-Juvenil
Jorge Serafim

Jorge Serafim, poeta contador de histórias, é natural de Beja e exerceu funções na Biblioteca Municipal onde reforçou e refinou o gosto pela leitura e pela escrita, nos seus mais variados registos. Da poesia ao humor passando pela música, este autodidacta é conhecido do público pelas várias participações no programa “Levanta-te e Ri”, onde deu a conhecer um humor incomparável transmitido através de uma linguagem marcadamente popular.
Dedica-se a contar histórias pelo país e pelo mundo associando esta arte à promoção do livro e da leitura. Decidido a manter tradição, este jovem alentejano aposta no estilo antigo, de uma forma intimista e pessoal, para que assim se possa tirar todo o partido da magia dos contos. Dono de uma linguagem corporal e de uma dinâmica ímpares,
Serafim consegue envolver o público que o rodeia pois se quem conta um conto acrescenta um ponto, Jorge Serafim acrescenta dois ou três.
Sobre o acto de contar diz-nos:
Conto para que as palavras regressem a casa mais cedo, para que entre nós deixe de haver vazios difíceis de habitar. Como as aves rumo a um sul à espera de existir.
Conto para dar sentido aos passos que faço, para reaprender a amar todas as ruas que percorro e entender todas as gentes que encontro.
Conto para apagar silêncios fundos e afagar tristezas demoradas para fazer dos dias a morada da fala e dos meses a terra sonhada.
Conto para que tudo à minha volta seja mais bonito. Tão simples de fazer, tão complicado de entender...

Jorge Serafim, poeta contador de histórias, é natural de Beja e exerceu funções na Biblioteca Municipal onde reforçou e refinou o gosto pela leitura e pela escrita, nos seus mais variados registos. Da poesia ao humor passando pela música, este autodidacta é conhecido do público pelas várias participações no programa “Levanta-te e Ri”, onde deu a conhecer um humor incomparável transmitido através de uma linguagem marcadamente popular.
Dedica-se a contar histórias pelo país e pelo mundo associando esta arte à promoção do livro e da leitura. Decidido a manter tradição, este jovem alentejano aposta no estilo antigo, de uma forma intimista e pessoal, para que assim se possa tirar todo o partido da magia dos contos. Dono de uma linguagem corporal e de uma dinâmica ímpares,
Serafim consegue envolver o público que o rodeia pois se quem conta um conto acrescenta um ponto, Jorge Serafim acrescenta dois ou três.
Sobre o acto de contar diz-nos:
Conto para que as palavras regressem a casa mais cedo, para que entre nós deixe de haver vazios difíceis de habitar. Como as aves rumo a um sul à espera de existir.
Conto para dar sentido aos passos que faço, para reaprender a amar todas as ruas que percorro e entender todas as gentes que encontro.
Conto para apagar silêncios fundos e afagar tristezas demoradas para fazer dos dias a morada da fala e dos meses a terra sonhada.
Conto para que tudo à minha volta seja mais bonito. Tão simples de fazer, tão complicado de entender...
Convidado V - Encontro Literatura Infanto-Juvenil
Serge Bloch

Francês, nascido em 1956, Bloch foi aluno do famoso caricaturista Claude Lapointe e já colaborou com importantes jornais, como The New York Times, Washington Post e Chicago Tribune. Pelos seus desenhos em livros infantis, recebeu a Medalha de Ouro da Society of Illustrators (EUA). Bloch fala, na entrevista a seguir, sobre o "fio da vida" e sobre os caminhos aos quais ele nos leva, como foi o caso do ilustrador ao se deparar com este texto de Cali: "Senti imediatamente que era UM LIVRO".
Mais sobre o autor aqui.

Francês, nascido em 1956, Bloch foi aluno do famoso caricaturista Claude Lapointe e já colaborou com importantes jornais, como The New York Times, Washington Post e Chicago Tribune. Pelos seus desenhos em livros infantis, recebeu a Medalha de Ouro da Society of Illustrators (EUA). Bloch fala, na entrevista a seguir, sobre o "fio da vida" e sobre os caminhos aos quais ele nos leva, como foi o caso do ilustrador ao se deparar com este texto de Cali: "Senti imediatamente que era UM LIVRO".
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Convidado IV - Encontro Literatura Infanto-Juvenil
Manuel Sevillano

Estudio en ducación formal arte dramático y filología árabe...desde hace 18 años formo parte de la tripulación de Piratas de Alejandría. Piratas de Alejandría, es colectívo de gestión cultural con 18 años de experiencia. Realizamos proyectos de principio a fin, en los ambitos de la educación no formal, proyectos culturales, educativos y campañas de sensibilización. Desde la creación de los contenidos a la producción y coordinación de los proyectos a partir de una idea o hecho social sobre el que actuar. Todas las actuaciones de Piratas de Alejandría tienen como eje común, los libros y la mediación a la lectura y es desde ahí donde acomete los proyectos más atractivos y dónde tiene el reconocimiento del público y de las instituciones.

Estudio en ducación formal arte dramático y filología árabe...desde hace 18 años formo parte de la tripulación de Piratas de Alejandría. Piratas de Alejandría, es colectívo de gestión cultural con 18 años de experiencia. Realizamos proyectos de principio a fin, en los ambitos de la educación no formal, proyectos culturales, educativos y campañas de sensibilización. Desde la creación de los contenidos a la producción y coordinación de los proyectos a partir de una idea o hecho social sobre el que actuar. Todas las actuaciones de Piratas de Alejandría tienen como eje común, los libros y la mediación a la lectura y es desde ahí donde acomete los proyectos más atractivos y dónde tiene el reconocimiento del público y de las instituciones.
Convidado III - Encontro Literatura Infanto-Juvenil
Margarida Botelho

Margarida se fosse um animal seria de certeza marinho, para poder estar sempre em movimento, mas como nasceu com duas pernas e duas mãos movimenta-se pela terra em passo acelerado, de mãos livres, quase sempre com uma mochila onde guarda a sua casa. Acredita que há histórias a nascer por cada respiração que é dada ao mundo. Dai a urgência! Gosta de as descobrir com as mãos ligadas ao coração. Às vezes são palavras que se transformam em imagens e vice-versa, outra vezes não… Quando caminha experimenta o tempo, aquele que só acontece quando estamos juntos. Algumas destas experiências tornam-se visíveis através de livros… outras não. Gostaria de guardar nos olhos, o brilho intenso de cada descoberta, para quando fosse velhinha, pudesse iluminar quem sabe… outros caminhos!
Licenciada em Arquitectura, desde 2005 que publica livros para a infância onde constrói as palavras e as imagens dessas casas/livros. Como gosta de experiências inesperadas é mediadora de projectos e conteúdos artísticos em museus, bibliotecas, escolas e praças públicas. Recentemente esteve a trabalhar com a Unesco desenvolvendo uma nova colecção de livros Poka-Pokani em Moçambique e na Amazónia onde experimentou gestos e vozes diferentes, vai voltar de certeza.
Mais infomações sobre a autora aqui.

Margarida se fosse um animal seria de certeza marinho, para poder estar sempre em movimento, mas como nasceu com duas pernas e duas mãos movimenta-se pela terra em passo acelerado, de mãos livres, quase sempre com uma mochila onde guarda a sua casa. Acredita que há histórias a nascer por cada respiração que é dada ao mundo. Dai a urgência! Gosta de as descobrir com as mãos ligadas ao coração. Às vezes são palavras que se transformam em imagens e vice-versa, outra vezes não… Quando caminha experimenta o tempo, aquele que só acontece quando estamos juntos. Algumas destas experiências tornam-se visíveis através de livros… outras não. Gostaria de guardar nos olhos, o brilho intenso de cada descoberta, para quando fosse velhinha, pudesse iluminar quem sabe… outros caminhos!
Licenciada em Arquitectura, desde 2005 que publica livros para a infância onde constrói as palavras e as imagens dessas casas/livros. Como gosta de experiências inesperadas é mediadora de projectos e conteúdos artísticos em museus, bibliotecas, escolas e praças públicas. Recentemente esteve a trabalhar com a Unesco desenvolvendo uma nova colecção de livros Poka-Pokani em Moçambique e na Amazónia onde experimentou gestos e vozes diferentes, vai voltar de certeza.
Mais infomações sobre a autora aqui.
02/05/11
Oficinas Caminhantes
Durante o IX Encontro de Literatura Infanto-Juvenil de Pombal realizam-se várias oficinas de promoção e divulgação da leitura, do dia 6 de Maio, entre as 10h09 e as 15h59. A descobrir:
Rodolfo Castro
«Como ler sem ser notado»
Ateliê de leitura, propostas teóricas de aplicação prática. Selecção de leituras e de públicos. Intervir à leitura. O escritor sugere, o leitor decide.
Maria Teresa Meireles
«O Imaginário Tradicional: um mergulho num universo telúrico e onírico»
O conto tradicional
José Fanha
«EU, CAÇADOR DE MIM - Oficina de palavras e leitura»
Todos somos feitos de palavras.
A palavra FOME e a palavra ADEUS, a palavra ABRAÇO e a palavra FUGIR, a palavra ÓDIO E a palavra AMOR.
Tantas palavras.
Eu chamo-me TERNURA. Ele traz a palavra SAUDADE agarrada às costas. Ela é uma FLOR. Ele está preso nas grades da palavra RAIVA. Outros partiram num barco à procura da palavra EU.
O barco que nos leva à procura da matéria e das emoções de que é feito cada um é construído com palavras, com histórias, com livros e leituras.
Esta oficina utiliza técnicas diversas com o objectivo desenvolver a relação entre a palavra, os afectos e as emoções. Interligar-se-á a linguagem do telemóvel e do blog com técnicas das Comunidades de Leitores, procurando levar jovens do ensino secundário a descobrirem-se a si próprios através da palavra e da leitura.
Margarida Botelho
«Eva, entre Portugal e Moçambique - exposição à volta da geografia do Livro Eva»
O livro Eva foi ilustrado como se fosse um filme de animação; foram construídos cenários, objectos e personagens/marionetas que depois foram fotografados para serem as ilustrações do livro. Este universo estará em exposição, assim como um filme de animação e alguns objectos/écrans de cartão que contam a dualidade da história da Eva interagindo com o visitante.
“Eva uma viagem de encontros”
Encontro com Professores, formação prática
Oficina de criação de objectos/écrans contadores e fazedores de histórias. Um espaço de partilha de ferramentas e experiências para o nascimento de encontros criativos. Como articular várias expressões e disciplinas para o mesmo objectivo. Como potenciar o espaço de encontro (as pontes) em projectos artísticos comunitários. Exploração do improviso, do inesperado, do desconhecido, da surpresa, da diversidade como plataforma criativa de inclusão e expressão em colectivos.
Para escolas:
O ponto de partida para o Ateliê é uma performance com intervenção da autora/mediadora em conjunto com imagens do filme de animação e alguns objectos. De seguida um Ateliê de construção de histórias tridimensionais feito por uma dupla criativa (duas crianças) que depois serão transformadas em pequenos filmes de animação (stop/motion) em grande grupo. A realização do filme de animação representará o encontro das duas histórias criadas individualmente, ou seja representará a construção de um enredo, de um encontro visual e animado.
António Torrado
«Estrutura narrativa das histórias»
Manuel Sevillano
«Ler na margem»
Paulo Condessa
«Leitura sensorial e inteligência Criativa»
Javier Saez Castán
Libros para leer y para qué más?
Actividades possíveis para realizar com crianças, baseando-se nos livros deste autor. Criação de personagens.
Mais informações: http://biblioteca.cm-pombal.pt ou através do telefone 236 210 521
Rodolfo Castro
«Como ler sem ser notado»
Ateliê de leitura, propostas teóricas de aplicação prática. Selecção de leituras e de públicos. Intervir à leitura. O escritor sugere, o leitor decide.
Maria Teresa Meireles
«O Imaginário Tradicional: um mergulho num universo telúrico e onírico»
O conto tradicional
José Fanha
«EU, CAÇADOR DE MIM - Oficina de palavras e leitura»
Todos somos feitos de palavras.
A palavra FOME e a palavra ADEUS, a palavra ABRAÇO e a palavra FUGIR, a palavra ÓDIO E a palavra AMOR.
Tantas palavras.
Eu chamo-me TERNURA. Ele traz a palavra SAUDADE agarrada às costas. Ela é uma FLOR. Ele está preso nas grades da palavra RAIVA. Outros partiram num barco à procura da palavra EU.
O barco que nos leva à procura da matéria e das emoções de que é feito cada um é construído com palavras, com histórias, com livros e leituras.
Esta oficina utiliza técnicas diversas com o objectivo desenvolver a relação entre a palavra, os afectos e as emoções. Interligar-se-á a linguagem do telemóvel e do blog com técnicas das Comunidades de Leitores, procurando levar jovens do ensino secundário a descobrirem-se a si próprios através da palavra e da leitura.
Margarida Botelho
«Eva, entre Portugal e Moçambique - exposição à volta da geografia do Livro Eva»
O livro Eva foi ilustrado como se fosse um filme de animação; foram construídos cenários, objectos e personagens/marionetas que depois foram fotografados para serem as ilustrações do livro. Este universo estará em exposição, assim como um filme de animação e alguns objectos/écrans de cartão que contam a dualidade da história da Eva interagindo com o visitante.
“Eva uma viagem de encontros”
Encontro com Professores, formação prática
Oficina de criação de objectos/écrans contadores e fazedores de histórias. Um espaço de partilha de ferramentas e experiências para o nascimento de encontros criativos. Como articular várias expressões e disciplinas para o mesmo objectivo. Como potenciar o espaço de encontro (as pontes) em projectos artísticos comunitários. Exploração do improviso, do inesperado, do desconhecido, da surpresa, da diversidade como plataforma criativa de inclusão e expressão em colectivos.
Para escolas:
O ponto de partida para o Ateliê é uma performance com intervenção da autora/mediadora em conjunto com imagens do filme de animação e alguns objectos. De seguida um Ateliê de construção de histórias tridimensionais feito por uma dupla criativa (duas crianças) que depois serão transformadas em pequenos filmes de animação (stop/motion) em grande grupo. A realização do filme de animação representará o encontro das duas histórias criadas individualmente, ou seja representará a construção de um enredo, de um encontro visual e animado.
António Torrado
«Estrutura narrativa das histórias»
Manuel Sevillano
«Ler na margem»
Paulo Condessa
«Leitura sensorial e inteligência Criativa»
Javier Saez Castán
Libros para leer y para qué más?
Actividades possíveis para realizar com crianças, baseando-se nos livros deste autor. Criação de personagens.
Mais informações: http://biblioteca.cm-pombal.pt ou através do telefone 236 210 521
Apresentações de Livros
Lídia Jorge apresentou o seu novo romance "a noite das mulheres cantoras" e contou algumas das histórias que a conduziram ao mundo da Literatura.
Márcia Morgado e Evandro Morgado apresentaram o livro "Os Guardiões da Floresta" e revelaram os segredos que se escondem nas florestas e a necessidade de as preservar.
Etiquetas:
Evandro Morgado,
Lídia Jorge,
Márcia Morgado
Exposição de Margarida Botelho
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